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Notícias da ACEP

Que tal guardar dinheiro usando a previdência privada?

A previdência privada é indicada para aquelas pessoas que querem fazer uma reserva de dinheiro para a aposentadoria. Ou seja, para complementar a renda da aposentadoria do INSS. Esta última, cada vez que há o crescimento da expectativa de vida do brasileiro, os valores a serem recebidos mensalmente caem.

Isso porque, a aposentadoria via INSS financia o benefício de quem já está aposentado. Não se trata de uma aplicação financeira, como é o caso da previdência privada.

Vamos entender, então, o que é e como aplicar na previdência privada? Aproveitamos para explicar como e quando os valores podem ser sacados. Ainda, quais os impostos que incidem sobre ela.

O que é previdência privada?

É um tipo de investimento. Ela possibilita poupar hoje para desfrutar lá na frente.

Mas como qualquer investimento, há vantagens e desvantagens.

Como vantagem, destaque para a tranquilidade que ela pode oferecer para quem pretende ter uma vida financeira estável ao se aposentar. Afinal, a previdência privada complementa a renda da aposentadoria do INSS. Além disso, a facilidade na contratação também é um fator bastante positivo.

Como desvantagens, normalmente, as taxas de administração são altas, principalmente as dos grandes bancos. Sem contar que há risco de baixa rentabilidade ou mesmo de falência da instituição. Por isso é muito importante escolher a dedo o banco ou a seguradora que serão utilizadas.

Enfim, uma outra desvantagem da previdência privada são os prazos. Quem pretende sacar o que foi poupado por tempo menor de 10 anos, os impostos irão comprometer os rendimentos.

Entendo os planos de previdência privada

Basicamente são dois tipos de planos: PGBL e VGBL.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda, uma vez que permite que o valor de previdência seja abatido no IR sempre que corresponder a até 12% da renda tributável do ano. Aliás, no PGBL, o imposto sobre o investimento só é pago na retirada. Entretanto, o cálculo é sobre todo o valor acumulado. Não apenas sobre o rendimento.

Já o plano VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é recomendado para que faz declaração simplificada do Imposto de Renda. A tributação pode ser regressiva ou progressiva. A escolha é sua.

Antes de definir a tributação entre progressiva e regressiva, saiba que elas têm impactos diferentes na declaração do Imposto de Renda.

O regime progressivo de tributação parte da alíquota de zero a 27,5%, e aumenta no decorrer do tempo. Já no regressivo começa com 35%, mas diminui com os anos. Após o décimo ano, fica abaixo de 10%. Assim, quanto mais tempo o dinheiro ficar investido, mais o sistema regressivo pode ser interessante.

Por fim, o Imposto de Renda no resgate incide tão-somente sobre os rendimentos acumulados durante o período de investimento.

Benefícios da previdência privada

Primeiramente, no encerramento do plano, você tem a opção de resgatar o valor integral ou optar por retiradas mensais. Isso irá complementar sua renda de aposentado do INSS.

Outro benefício é que mesmo que você tenha de suspender as contribuições, o valor que você já poupou continua rendendo. Além disso, as datas da contribuição assim como o valor podem ser alterados a qualquer momento. Sem contar que você pode fazer a portabilidade para outro banco ou seguradora sempre que encontrar uma instituição mais rentável.

Se você é daquelas pessoas que não conseguem se organizar financeiramente para poupar, a previdência privada é uma boa opção, uma vez que terá de fazer pagamentos mensais.

Por fim, se ocorrer o falecimento do investidor, o valor acumulado é entregue aos herdeiros.

Como aplicar em previdência privada 

A Previdência privada é um investimento de médio e longo prazos. Por isso, é importante que você defina seu objetivo final. Só assim irá escolher o melhor plano.

É possível, ainda, escolher o valor da contribuição e a periodicidade dos depósitos.

Na hora em que for fazer o plano e previdência privada, você pode escolher se a renda a ser recebida será por um determinado período ou se ela será vitalícia. Quem faz o plano também pode determinar que os filhos e a mulher continuem recebendo a renda se ele morrer. Sem contar que o valor investido em um plano de previdência privada pode ser resgatado pela pessoa se ela desistir do plano.

Por fim, fique de olho na solidez da instituição financeira que você irá fazer o plano de previdência privada, já que você terá relacionamento com a empresa por décadas.

Assim, a solidez da instituição é um dos requisitos básicos para você optar por ela. Isso mesmo sabendo que o setor de previdência privada é fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Entretanto, não há garantia de reaver o valor depositado caso a instituição venha a falir.

Blog – Consumidor Positivo

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